Gostei que a Camisa Verde e Branca tenha subido novamente para a divisão de elite do carnaval paulistano, afinal, uma grande amiga minha faz parte da comunidade
Vai, Zezé!
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E eu fui, e eu fugi, buscando nada, embora a cidade fique perfeita nesse feriadão - quando a balbúrdia some daqui e desce a serra, passa no Cu batão e se espalha por todo metro quadrado de areia do litoral -, peguei o caminho contrário e fui pro campo, onde os peões usam chapéu de palha e as camponesas não se preocupam com a velhice, onde os cães enamoram as cadelas sob as sombras das ruas de terra e a molecada gasta a tarde gritando rindo, onde não fica lixo na curva do rio e os descolados estão sempre fora de moda.
Pude perceber, logo no café da manhã, a fácil irritação de quem se gabou e ficou.
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Sonho em cores brilhantes imagens que me atormentam durante o dia. Escondo as horas num copo trincado na borda em cima da pia da cozinha. Olho por debaixo da porta e vejo fogo queimando azulejos azuis florais. Penso nisso o dia inteiro. Vamos imaginar de novo. E gastar nossas economias entrando em combustão totalmente no próximo verão.
Thursday, February 22, 2007
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